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Dia do Pai

Publicada em: 2016-03-19

NO DIA DO PAI (19 de Março de 2016)

Como é tradição, uma boa tradição, assinalamos a 19 de Março, festa de São José, o DIA DO PAI. De todos os pais. Dos que assumem, de facto, a paternidade e dos que a enjeitam. Dos que estão longe e esquecidos de que são pais, e dos que já partiram para o Pai.
DIA DO PAI é pois um dia especial dedicado aos homens, coautores da vida. Um pai é sempre pai, como a mãe é sempre mãe.
Pai e mãe são diferentes fisicamente, biologicamente, mentalmente, psicologicamente e emocionalmente. São diferentes e complementares. A “ideologia do género”, que pretende tratar por igual o que é diferente e substituir-se ao Criador, é antinatural, é uma aberração (sintoma de uma sociedade materialista, coisificada, degradada moralmente, que reduz o homem e a mulher a meros agentes de produção e consumo, centrados no prazer, sem a dimensão transcendental)!
Porque são diferentes e complementares, a educação completa e integral de uma criança equilibrada, exige a presença de um pai e de uma mãe. De um homem e de uma mulher. A ausência de um deles não pode deixar de ter consequências na evolução integral da criança. Devemos estar atentos e não permitir que os anticristãos desprezem e destruam os valores da paternidade.
Feliz a criança que tem uma mãe e um pai que a amam e sabem ajudar a crescer. Será por certo um adulto equilibrado e com muitas potencialidades para ser feliz. Uma boa mãe saberá dar o leite (amar e cuidar) e o mel (transmitir a doçura da vida e seu valor e a sua transcendência). Um bom pai saberá formar os fundamentos da sua personalidade. A criança crescerá aprendendo que existem valores positivos e valores negativos. E saberá escolher entre o bem e o mal, porque sabe que haverá sempre consequências dessas suas escolhas. O pai representa, para a criança, o mundo do pensamento, da lei e da ordem, da disciplina, da aventura. A relação social, em algumas fases do crescimento, é moldada sobretudo pelo pai. A presença do pai e da mãe é, portanto, imprescindível para o são crescimento e maturação das crianças; como as famílias são fundamentais para formar uma sociedade saudável. O pai deve sê-lo permanentemente e não “por períodos”, para bem dos filhos. Também para fortalecer os laços da família, baseados nos laços biológicos iniciados no momento da fecundação. Um filho é um dom de Deus para os pais, como as famílias são um dom de Deus para a sociedade. Nesta época dominada por diversas forças materialistas e anticristãs, não é “politicamente correcto” promover o direito natural da paternidade – vai mesmo contra os desígnios desses “movimentos de origem demoníaca” (entre eles o laicismo ateu), no dizer do Cardeal Robert Sahra! Mas é um imperativo ecológico, social, moral e, até económico, defender, promover e louvar o papel na vida das crianças e jovens de cada Pai.

Cândido Gonçalves

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